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quarta-feira, 13 de novembro de 2013

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As fábricas de motos seguem requisitos de emissões sonoras mais restritos do que os fabricantes de escapamentos de reposição. Os escapamentos para reposição, não originais como os que você citam, têm uma limitação de saída de ruído mais amena mas ainda assim os requisitos de emissões de gazes se mantêm. Quer dizer que você deve continuar usando um escapamento com catalizador, mesmo sendo acessório, para cumprir as normas do “controlar”, se houver na sua região.
Então, a lei permite trocar as ponteiras dos escapamentos de suas motos, por outros de reposição mas às vezes elas podem não passar em testes de emissões, se na sua região for necessário. Alguns estados do sul aplicam multas aos motociclistas com “escapamentos abertos” enquadrando-os em infrações às vezes questionáveis.
Além disso, devem levar em consideração que a troca da ponteira pode mudar o equilíbrio de pressão entre os coletores de admissão e escape. Se isso ocorrer serão necesárias outras alterações no sistema de injeção para que a moto funcione bem. Esse fluxo alterado, além do barulho mais alto pode melhorar a performance da moto mas poderá também prejudicar resultados de testes de emissões de gazes poluentes.
Fonte: Motonline
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Triumph Tiger 800
A britânica Triumph começa a vender no Brasil, a partir do próximo dia 15 de novembro, a Tiger 800. Lançada no Salão Duas Rodas 2013, o modelo é uma opção mais eficaz para deslocamentos urbanos e em estradas de asfalto, comparando com a Tiger 800 XC, já vendida no país desde o ano passado. Custando R$ 35.900 e sendo montada em Manaus, a 800 se torna a porta de entrada da "família Tiger" no Brasil.

O motor segue o mesmo da Tiger 800 XC, com três cilindros e 799 cc, capaz de gerar 95 cavalos de potência e 8,05 kgfm de torque. Além de perder o "bico" embaixo do farol dianteiro, a Tiger 800 conta com rodas de liga-leve, enquanto sua irmã tem rodas raiadas, que são mais adequadas a deslocamentos off-road. Na dianteira, a roda da Tiger 800 é menor, de 19 polegadas, contra 21 polegadas na XC.
Com freios ABS de série, o sistema de frenagem possui duplo disco na dianteira e discio simples na traseira. Além de possibilitar ajustes no guidão, a Tiger 800 pode variar a altura do assento de 810 mm a 830 mm. As cores disponíveis são branco, preto e azul.
Triumph Tiger 800

Fonte: G1

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Yamaha PES 1
Após apresentar mundialmente seu scooter de três rodas, o Tricity, e a MT-07, no Salão de Milão, a Yamaha prepara mais novidades no ano para o Salão de Tóquio, que vai de 22 de novembro a 1º de dezembro, no Japão. Na 43ª edição do evento, a empresa vai mostrar 4 conceitos elétricos. Além disso, haverá a estreia de versão "Café Racer" da custom Bolt, também em versão protótipo e uma bicicleta elétrica.

Os conceitos elétricos são de diferentes categorias, mostrando novidades para cidade, off-road e até para crianças. A mesma base dá origem a duas das novidades: a PES 1, opção urbana, e a PED 1, com características off-road.
Ambas possuem transmissão com modos automático e manual, bateria removível para facilitar recarga e conectividade com smartphones. A ideia da empresa e ter veículos leves, com a PES tendo menos de 100 kg e a PED menos de 85 kg.
Também movidos a eletricidade, o scooter Evino traz visual retrô, enquanto a Ekids é um modelo para crianças com características off-road.
Yamaha Bolt "Café Racer" é o único conceito com motor a combustão da marca
Yamaha Evino

Yamaha PED 1 

Yamaha Ekids 

Fonte: G1

segunda-feira, 28 de outubro de 2013

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Cilindrada, potência e torque. Qual dessas características da moto será melhor aproveitada pelo piloto para se manter na trajetória de uma curva?
Desequilíbrio nas saidas de curvas pode ser causada pelo descontrole nas re-acelerações.
Bem, sabemos que cilindrada é a quantidade de ar e combustível dentro de um recipiente chamado cilindro (medida em cm³)torque é a força produzida da queima da mistura do ar e do combustível dentro do cilindro (medida em kgf-m); potência é, também, uma força produzida pela queima da mistura ar/combustível dentro do cilindro (medida em cv ou hp).
Embora o Torque seja a força que aparece antes, a Potência é a responsável de dar a velocidade na moto através do giro no aceleradorPor isso que alguns condutores de motocicletas “se perdem” nas curvas quando ao re-acelerar a moto sai da inclinação necessária para se manter na trajetória e “se espalha”, saindo para fora da curva. Com motos muito potentes e leves podem até mesmo subir a frente deixando o pneu frontal sem contato com o solo, ou  derrapam por causa  da forte potência despejada repentinamente na roda traseira.
Às vezes o contrário acontece, quando não se dá força suficiente no acelerador a moto tomba na inclinação, principalmente em manobras curtas e em baixa velocidade o motor poderá “apagar”. Ou mesmo em médias velocidades, o condutor aciona a embreagem antes de entrar na curva e continua acionada durante a trajetória neutralizando a força do motor levada para a roda traseira.
Veja só: torque = força e potência = força em relação ao tempo. Forças que dão o equilíbrio e auxiliam no re-equilíbrio da moto. Assim, além de olhar para o objetivo (final da curva), de contra-esterçar, de acreditar nos limites de inclinação do modelo de sua moto, já comentados nos artigos anteriores, o piloto terá que controlar a mão no acelerador e re-acelerar com mansidão. Ou seja, controlar a potência produzida pelo motor e pela força dada pelo condutor ao girar a manopla do acelerador.
Então, como podemos equilibrar (ou re-equilibrar) a moto através do controle dessas forças produzidas no motor?
Aproveite das configurações dos motores:
Motores  "V-2": torque e potência surgem muito rápido nas re-acelerações
Motores "V-2": torque e potência surgem muito rápido nas re-acelerações
Motos de médias e grandes cilindradas, onde a potência surge muito rápido, com configurações de motores com um só cilindro, biciclíndrica em “V” ou em “L” e tricílíndrica em linha, em baixas e médias velocidades,  mantenha a aceleração dentro da curva e re-acelere com  progressividade para sair da curva. Estou dizendo isso, pois sei que você já reduziu a velocidade e as marchas antes de entrar nas curvas.
Se necessário, aperte o manete da embreagem não com tanta força, mas com “meia” força para assim não despejar muita potência e desequilibrar a moto, principalmente se esses motores possuírem comando de válvulas duplo (DOHC) e desmodrômico. Estes motores “gostam” de rotações mais altas e quando estão em regimes de baixa velocidade, em 1ª ou 2ª marchas eles “pedem” maior aceleração. Desta forma, a progressividade nas re-acelerações é muito importante para se manter o equilíbrio e a regularidade das acelerações, evitando aqueles pequenos “coices” que jogam o piloto para trás desequilibrando a moto ou até mesmo empinando.
Com motores de dois, quatro ou seis cilindros em linha e boxer (cilindros opostos), nas retomadas de acelerações a potência é despejada na roda traseira com suavidade. Dessa forma, a necessidade de usar a embreagem para controlar as re-acelerações é praticamente nula. Somente gire a manopla do acelerador com mansidão e progressividade que a moto se mantém e sai das curvas com docilidade.
Motores menos potentes, de baixa cilindrada, em configurações mono e biciclíndrica em linha, com comando de válvulas simples (SOHC ou OHC) são “mais domáveis” nas retomadas de acelerações. Em baixas  velocidades, como em  manobras curtas, deve-se tomar cuidado para que o motor não falhe. Assim, um leve toque na embreagem pode se usar para o motor não apagar. Porém, nas re-acelerações a embreagem poderá ser esquecida. Nestas características, algumas fábricas produzem motores com “balancins roletados” nos comandos de abertuta e fechamento de válvulas. Assim, as re-acelerações são mais  suaves e dóceis.
Motores que não possuem marchas, como modelos de scooters, deve-se conhecer o “tempo” das re-acelerações. Em certas situações as retomadas de velocidade são retardadas. Na hora de dar aceleração, o motor demora para despejar a potência e a moto perde equilíbrio. Dá aquele susto, quando em inclinação o piloto põe o pé no chão.
Controle Eletrônico de Tração não faz milagres;o importante é aplicar as técnicas aprendidas para fazer curvas com sua moto.
Controle Eletrônico de Tração não faz milagres;o importante é aplicar as técnicas aprendidas para fazer curvas com sua moto.
Controle Eletrônico de Tração – A tecnologia eletrônica apareceu para acertar quando o piloto erra. O Controle Eletrônico de Tração evita a derrapagem do pneu traseiro quando o piloto dá muita força no acelerador  enquanto inclinado nas curvas. Porém, ela não evita que a moto seja jogada para fora da curva (força centrífuga). Portanto a eletrônica não faz milagres. A aplicação de todas as técnicas explicadas nos artigos anteriores, mais o que foi dito aqui, sem dúvida estaremos crescendo no conhecimento e nos transformando de simples condutores para grandes pilotos.
Portanto, assim como nas frenagens, nas re-acelerações – seja a moto com muita ou pouca potência – é uma questão de sensibilidade. Essa sensibilidade é imprescindível no momento de fazer, de se manter e de sair das curvas.
A maior ajuda que o motor pode lhe proporcionar na curva é ajudar a manter a moto na trajetória. A massa em rotação cria um afeito giroscópico que ajuda no equilíbrio das rodas (nos motores com eixo transversal).
Bem, acho que o assunto curvas terminou, por enquanto. A partir dos próximos artigos vamos postar assuntos sobre comportamentos humanos e técnicas de pilotagem urbana. Até lá.

Fonte: Motonline
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Honda CTX 700N
Após lançar a linha CB 500 no Brasil, com as opções CB 500F, CBR 500R e CB 500X, a Honda pretende ampliar a sua linha 700, composta atualmente apenas pela NC 700X no país. Entre as possibilidades, a que está mais próxima é a CTX 700N, modelo de estilo custom lançado com foco para o mercado norte-americano, onde o segmento é muito forte com a Harley-Davidson.


Além da opção N, a CTX conta com versão touring, com a adição de carenagens e bolha na dianteira, demonstrado aptidões mais estradeiras.
Honda CTX 700
Todas levam como base o motor de dois cilindros e 669,6 cc, que, na NC 700X vendida no Brasil, atinge 52,5 cavalos de potência e 6,4 kgfm de torque máximo. Este propulsor é originário da gama de automóveis da Honda, como se fosse um motor de Fit, que possui quatro cilindros, "cortado ao meio"."A previsão é para o primeiro semestre de 2014", completou Cury. A "família 700" é composta pelo total de 5 modelos, incluindo também o scooter Integra e a NC 700S, opção naked da 700X, que é uma crossover.
Em relação à estrutura, as CTXs se diferenciam das NCs e do Integra, mostrando concepção mais para estrada, para se enquadrar nos segmentos custom e touring.
Fonte: G1

quinta-feira, 17 de outubro de 2013

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   Carenagem frontal da CBR 300R remete à superbike CBR 1000RR Fireblade

A Honda anunciou nesta quinta-feira (17), numa feira em Chongqing, na China, a chegada da nova miniesportiva CBR 300R, que deve entrar em produção nos próximos meses. Segundo o site inglês Motorcycle News, o diretor executivo da Honda na China, Seiji Kuraishi, confirmou que o modelo não será destinado apenas ao mercado local.
“A Honda está realizando a estreia mundial da CBR 300R, um modelo global planejado para entrar em produção no futuro”, afirmou Kuraishi, sem especificar uma data de lançamento. Também não ficou claro se a nova CBR 300R chega para substituir a atual CBR 250R, na qual foi baseada, ou se serviria como uma nova opção de miniesportiva da fabricante.
A carenagem frontal se inspira na CBR 1000RR Fireblade, com farol duplo, e o motor permanece de 1 cilindro, mas teve a capacidade aumentada para 286cc e agora é capaz de gerar 30 cv e torque de 2,7 kgf.m (a 250 atinge 26,4 cv e 2,3 kgf.m, enquanto a Kawasaki Ninja 300 produz 39 cv e 2,8 kgf.m). A chegada da CBR 300R pode servir de resposta ao lançamento da Ninja 300, que ocorreu no segundo semestre do ano passado. A disputa entre as japonesas começou quando a Honda lançou a CBR 250R, em 2011, para concorrer diretamente com a Ninja 250R.
No Brasil, atualmente, a Ninja 300 está na frente no ranking de vendas, com uma média de 288 unidades emplacadas mensalmente até o fim de setembro, contra 214 da CBR 250R, único modelo da marca que ainda não teve a linha 2014 confirmada no país.


Fonte: Revista Duas Rodas
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Ike Klaumann, Jean Azevedo e Dário Júlio, equipe Honda Brasil no Dakar 2014
Pela primeira vez na história, em 42 anos, a Honda do Brasil terá uma equipe oficial no Rally Dakar, que será realizado entre os dias 5 e 18 de janeiro, na Argentina, Bolívia e Chile. Os pilotos Jean AzevedoDário JúlioIke Klaumann serão os representantes na categoria Motos na maior e mais dura prova off-road do planeta.
O anúncio foi feito nesta quarta-feira (9) durante coletiva de imprensa no estande da montadora no Salão Duas Rodas, que acontece até o dia 13, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo.

HONDA APRESENTA NOVA CRF 450 RALLY PARA O DAKAR 2014
Modelo será utilizado por pilotos da Team HRC, equipe oficial da marca, e pelo brasileiro Jean Azevedo na maior e mais dura prova off-road do planeta
Honda CRF 450 Rally
Honda CRF 450 Rally
A Honda apresentou nesta terça-feira, 8 de outubro, a nova CRF 450 Rally, moto que será utilizada pela Team HRC, equipe oficial da marca japonesa, e também pelo brasileiro Jean Azevedo no Dakar 2014. O piloto foi anunciado por Alexandre Cury, gerente geral comercial da Moto Honda da Amazônia, como um dos integrantes da Equipe Honda do Brasil para participar da próxima edição da competição. As imagens do modelo 2014 foram mostradas pela primeira vez para imprensa mundial no Salão Duas Rodas, que ocorre de hoje a 13 de outubro, no Pavilhão de Exposições do Anhembi, em São Paulo (SP).
Honda CRF 450 Rally
A moto ganhou nova versão para a prova off-road mais difícil e dura do mundo, que acontece de 5 a 18 de janeiro, na Argentina, Bolívia e Chile. Além de Jean, os pilotos Helder Rodrigues e Paulo Gonçalves, de Portugal; Joan Barreda, da Espanha; Javier Pizzolito, da Argentina; e Sam Sunderland, da Grã-Bretanha; serão os responsáveis por pilotar a moto.
O protótipo CRF 450 Rally é baseado na CRF 450X, modelo mundialmente conhecido para enduro. O Dakar 2013 gerou informações valiosas em áreas-chaves, como potência do motor, desempenho aerodinâmico, durabilidade e requisitos de manutenção, que foram usadas como base para modificações no design e melhorias. O modelo 2014 mantém a injeção de combustível programada (PGM-FI), sistema de injeção eletrônica de combustível que tem mostrado desempenho comprovado nas condições severas e altamente variáveis do Dakar. A moto será utilizada pela Team HRC e futuramente produzida também para outras equipes de rali.
Na 35ª edição, a sexta na América do Sul, o Dakar 2014 terá largada dia 5 de janeiro, em Rosário, na Argentina, e chegará em Valparaíso, no Chile, em 18 de janeiro, depois de uma passagem curta pela Bolívia, que será o país de número 28 a receber o rali. O percurso de 2014, que terá várias etapas maratonas, testará resistência e táticas de corrida dos competidores.
Programação:
2 a 4/1 – Secretaria de prova e vistorias técnicas – Rosário (Argentina)
4/1 – Largada promocional – Rosário (Argentina)
5/1 – 1ª etapa – Rosário a San Luis (Argentina)
6/1 – 2ª etapa – San Luis a San Rafael (Argentina)
7/1 – 3ª etapa – San Rafael a San Juan (Argentina)
8/1 – 4ª etapa – San Juan a Chilechito (Argentina)
9/1 – 5ª etapa – Chilechito a Tucumán (Argentina)
10/1 – 6ª etapa – Tucumán a Salta (Argentina)
11/1 – Dia de descanso – Salta (Argentina)
12/1 – 7ª etapa – Salta (Argentina) a Uyuni (Bolívia)
13/1 – 8ª etapa – Uyuni (Bolívia) a Calama (Chile)
14/1 – 9ª etapa – Calama a Iquique (Chile)
15/1 – 10ª etapa – Iquique a Antofagasta (Chile)
16/1 – 11ª etapa – Antofagasta a El Salvador (Chile)
17/1 – 12ª etapa – El Salvador a La Serena (Chile)
18/1 – 13ª etapa – La Serena a Valparaíso (Chile)

Fonte: Motonline

sexta-feira, 11 de outubro de 2013

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FAZER E FACTOR BLACK EDITION

Tecnicamente, estes dois modelos são rigorosamente iguais aos tradicionais, com a Factor se destacando pelo novo conjunto de tanque e tomada de ar mais robusto; traseira com um desenho mais afilado; painel com mostrador em branco mais moderno; pára-lamas com visual mais anguloso; e o novo escapamento completamente reformulado.

O motor em quatro tempos monocilíndrico SOHC, (Single Over Head Camshaft), leve e compacto, refrigerado a ar, também é o mesmo. Por sua vez, a Fazer continua oferecendo um deslocamento ágil no dia-a-dia e um motor versão “flex” que pode ser abastecido 100% por álcool, gasolina ou por ambos simultaneamente (primeiro propulsor do gênero para motos). 

O sistema de injeção eletrônica, pistão forjado, cilindro com revestimento cerâmico, freio a disco em ambas as rodas, além do visual moderno, fácil dirigibilidade e baixo consumo. O design segue combinando elementos que dão a FAZER250 um estilo esportivo, a começar pelo desenho do tanque de combustível com capacidade para 19,2 litros. 

O modelo tem motor monocilíndrico quatro tempos de 249cc e comando de válvula simples no cabeçote, que desenvolve 21 cv de potência.




Fonte: Yamaha-Motor
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XRE Rally, opção diferenciada e de produção limitada, que chega com visual inspirado no modelo do Team HRC (Honda Racing Corporation).
Disponível apenas na versão Standard, sem ABS, a motocicleta recebeu coloração especial nas carenagens, no tanque, no farol, assento e para-lama dianteiro na cor vermelha. O tanque é na cor branca e traz grafismos inspirados na CRF 450 Rally, remetendo a uma proposta “adventure”.
A XRE 300 é equipada com motor DOHC (Double Over Camshaft), de 291,6 cm3, monocilíndrico, quatro tempos, arrefecido a ar, radiador de óleo e sistema de injeção eletrônica PGM-FI (Programmed Fuel Injection). Desenvolve potência máxima de 26,1 cv a 7.500 rpm e torque 2,81 kgf.m a 6.500 rpm quando alimentada com gasolina, e 26,3 cv e 7.500 rpm e 2,85 kgf.m a 6.500 rpm, respectivamente, quando for abastecida com etanol. O câmbio é de 5 velocidades.
O chassi é do tipo berço semi duplo e o conjunto de suspensão. Na dianteira o garfo é telescópio com 245 mm de curso. Na traseira, a suspensão é tipo Pro-link com curso de 225mm, com balança de alumínio.
A XRE 300 Rally estará disponível nas concessionárias em Fevereiro/2014 e tem garantia de um ano, sem limite de quilometragem. O modelo tem preço público sugerido de R$ 13.700,00. O valor tem como base o Estado de São Paulo e não inclui despesas com frete e seguro.

Fonte: Motonline

quarta-feira, 9 de outubro de 2013

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A apresentação mundial da Ducati 1199 Panigale S Senna nesta terça-feira (8), em São Paulo, contou com a participação da sobrinha de Ayrton Senna, Paula Senna, de 27 anos, que representou a família na evento. Filha de Viviane Senna e irmã de Bruno Senna, Paula contou ao G1 a emoção de ter uma moto criada em homenagem a seu tio.
Apenas 161 unidades da moto serão produzidas, em referência aos GPs de Fórmula 1 que Ayrton Senna disputou. O modelo será exclusivo para o Brasil e chega às lojas no 2º semestre de 2014.

O modelo utiliza como base a esportiva Panigale tradicional, mas tem coloração especial cinza e grafismos diferenciados.
As definições da marca para o desenvolvimento da moto foram baseadas nas escolhas que Senna, que trabalhou com a marca italiana no projeto da 916, assim, a Panigale Senna é uma releitura desse modelo.

No proximo ano, serão comemorados 20 anos desta parceria. Seu motor é um bicilíndrico de 1.198 cc, capaz de gerar 195 cavalos de potência máxima.

O câmbio é de seis velocidades e, entre os dispositivos eletrônicos, estão ABS, controle de tração e ajuste eletrônico das suspensões.

Fonte: G1

terça-feira, 8 de outubro de 2013

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"Atendendo a pedidos", a Yamaha confirmou nesta terça-feira (8) que venderá a radical V-Max no Brasil. O anúncio ocorreu na abertura do Salão Duas Rodas, em São Paulo, e traz de volta ao país um dos grandes ícones da empresa. Esta nova geração, lançada mundialmente em 2008, já havia aparecido na última edição do salão, mas a marca ainda não havia vendido por aqui. Ela será importada.
O modelo tem motor V4 de 1.679 cc, que rende 200 cavalos de potência e 17 kgfm de torque. As vendas já começam por R$ 99 mil, mas as primeiras unidades só serão entregues em março de 2014. A marca também mostra no evento a FZ-09, também chamada de MT-09 em alguns países.
Outra novidade da empresa para o mercado brasileiro, é o início das vendas do scooter T-Max 530, que chega importado por R$ 42.500.

Fonte: G1

segunda-feira, 7 de outubro de 2013

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Alterada as regras para as viseiras dos capacetes de motociclistas. Agora, de acordo com a Resolução nº 453/ 2013, do Conselho Nacional de Trânsito, enquanto parados, independentemente do motivo, os condutores poderão levantá-las e, no caso dos capacetes com queixeira, mesmo em movimento, é permitida uma pequena abertura para possibilitar a circulação de ar. O ato foi publicado nesta quarta-feira (2), no Diário Oficial da União (veja aqui), e passa a vigorar a partir dessa data.

Novas regras para viseiras dos capacetes

A utilização dos capacetes, bem como o posicionamento da viseira, era regulada por três resoluções, que foram revogadas com a nova regra. A obrigatoriedade de estar com a viseira abaixada e de utilizar óculos de proteção, na ausência do material de segurança para o rosto, entrou em vigor em 2008, dois anos após a publicação da norma que disciplinava o assunto.

Na interpretação anterior da legislação, quando o motociclista estivesse em circulação nas vias públicas, ainda que estivesse imóvel com seu veículo, ele deveria permanecer com essa parte protetora do equipamento abaixada, o que gerava certo desconforto em um país de clima predominantemente tropical.  O objetivo da medida era impedir que o condutor fosse atingido nos olhos e no rosto por algum corpo estranho, quando estivesse em aceleração, como, por exemplo, insetos, o que poderia ocasionar desequilíbrio e eventuais acidentes. A infração da lei era considerada gravíssima e a multa era de R$ 191, 54.

Nos outros quesitos, a resolução mantém as regras disciplinadas pelas medidas anteriores como: a certificação pelo INMETRO; a aposição obrigatória de dispositivo retrorrefletivo de segurançanas partes laterais e traseira do capacete; a proibição de películas na viseira e do uso de óculos de sol, corretivos ou de segurança do trabalho, em substituição aos óculos de proteção; entre outras.

Fonte: Click Motos
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Nova Honda CB 500 2013

Fãs da CB500, ela está de volta! Apresentada mundialmente no Salão de Milão, em novembro, a nova geração da moto que deixou uma legião de saudosistas deve voltar ao Brasil no final do próximo ano, já como linha 2014. Com preço estimado em R$ 25 mil, o modelo ocupará uma lacuna entre as 250/300 cc e as 600 cc, uma faixa carente de opções em nosso mercado.

Nova Honda CB 500 2013

Pensada prioritariamente para o mercado europeu, a nova CB 500F usa o mesmo conceito de motor da NC 700X já vendida por aqui: dois cilindros paralelos, quatro válvulas por cilindro, injeção eletrônica e refrigeração líquida, tudo com foco no torque em baixas rotações e na economia de combustível. Com exatas 471 cc, o propulsor gera 48 cv a 8.500 rpm e 4,38 kgfm de torque a 7.000 rpm, força suficiente para dar agilidade à moto de 173 kg a seco. A antiga CB500 rendia 54 cv e 4,5 kgfm quando deixou de ser produzida no Brasil, em 2001. Em contrapartida, a nova moto promete fazer até 27 km/l.


Nova Honda CB 500 2013


Na Europa, a CB estreia acompanhada de mais duas versões da mesma família (na foto abaixo): a CBR 500R, carenada e com apelo mais esportivo, e a CB 500X, que segue o estilo crossover da NC700X, com guidão elevado e suspensões de maior curso. A Honda brasileira, porém, deverá fabricar em Manaus (AM) apenas o modelo naked, a original CB 500F.

Nova Honda CB 500 2013

A nova Honda vem equipada com rodas aro 17 que vestem pneus 120/70 na dianteira e 160/60 na traseira. Os freios são a disco nas duas rodas, com sistema ABS oferecido como opcional. As suspensões também são tradicionais, com garfo telescópico na dianteira e monoamortecida na traseira, com ajuste na pré-carga da mola. O câmbio é de seis marchas.

Nova Honda CB 500 2013

Nova Honda CB 500 2013

Fonte: Click Motos

terça-feira, 1 de outubro de 2013

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KTM 1290 Super Duke (Foto: Divulgação)
KTM 1290 Super Duke (Foto: Divulgação)
A KTM revelou nesta terça-feira (1) a versão final da inédita 1290 Super Duke R, que havia sido mostrada apenas como protótipo em 2012. O modelo será uma das atrações da empresa austríaca no Salão de Milão 2013, em novembro. Com motor de dois cilindros e 1.301 cc, capaz de gerar 182,5 cv de potência, a moto faz de 0 a 200 km/h em 7,2 segundos.

Apesar de não divulgar números específicos, a KTM informou que a Super Duke terá baixo consumo de combustível e as revisões serão feitas a cada 15 mil km, intervalo extenso comparado à maioria das motos.Com refrigeração líquida e injeção eletrônica, o motor da "besta" ("beast", em inglês), como é chamada pela fabricante, rende 14,68 kgfm de torque e trabalha em conjunto com câmbio de seis marchas. Para conter toda esta potência, a moto traz tecnologia para segurança, com a presença de freios ABS e controle de tração.

O modelo traz materiais leves e elementos de alta performance nos freios e suspensões. Seu chassi é do tipo treliça e faz conjunto com uma balança do tipo monobraço, na traseira, e amortecedores do tipo invertido, na traseira. Seu peso seco total é de 189 kg e o tanque pode levar até 18 litros de combustível.


KTM 1290 Super Duke (Foto: Divulgação)
KTM 1290 Super Duke (Foto: Divulgação)
KTM 1290 Super Duke R
Fonte: G1





sexta-feira, 27 de setembro de 2013

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MV Agusta Rivale 800 (Foto: Rafael Miotto/G1)MV Agusta Rivale 800 foi apresentada nesta quinta-feira (26), no Brasil 
A MV Agusta apresentou nesta quinta-feira (26), no Brasil, as motos Rivale 800 e Brutale 800, inéditas para o mercado brasileiro. Elas serão atrações da marca no Salão Duas Rodas, que  começa no próximo dia 8, em São Paulo, mas as vendas só começarão no ano que vem.
A Brutale 800 chega em março e a Rivale 800, em julho. Os preços não foram divulgados. Ambas serão montadas em Manaus, na fábrica da Dafra.
"A intenção é ter mais sincronia com a Itália. Até julho do próximo ano, 100% dos modelos MV Agusta serão nacionalizados", disse Creso Franco, presidente da Dafra, responsável pela operação da MV Agusta no Brasil. "Oferecendo melhores condições, esperamos que nossa rede cresça", completou Creso. Atualmente, existem 9 concessionárias da MV Agusta espalhadas pelo país.No entanto, a representante da marca italiana no Brasil afirmou nesta quinta que todos os modelos da MV vendidos no país serão nacionalizados até julho de 2014. Ou seja, serão fabricados no Brasil no sistema CKD (Complete Knocked Down), quando a moto chega desmontada ao país.
MV Agusta Rivale 800 (Foto: Rafael Miotto/G1)MV Agusta Rivale 800 (Foto: Rafael Miotto/G1)
A MV anunciou ainda mais 3 novidades para o mercado local. No mês que vem será lançada a esportiva F4 RR ABS tetracilíndrica atualizada, ainda importada da Itália, por R$ 99.900. Em março de 2014, o modelo também será montado em Manaus.
A naked (moto sem carenagem) Brutale 1090 RR, de quatro cilindros, também virá renovada, em outubro. E em março do ano que vem, junto com a Brutale 800, a MV lançará no Brasil outra esportiva, a F3 800, também nacionalizada; ambas com motores de 3 cilindros.
"Acredito muito no segmento de médias esportivas. Certamente, não será a mais barata, mas será competitiva", explicou Creso.
Supermotard
A Rivale 800 fez sua estreia mundial no Salão de Milão 2012, mas a produção será iniciada somente entre novembro e dezembro deste ano, na Itália. O modelo é equipado com motor de 3 cilindros de 798 cc, que gera 125 cavalos de potência, o modelo quebra com a tradição da marca italina, conhecida por suas esportivas e nakeds.
MV Agusta Rivale 800 (Foto: Rafael Miotto/G1)Rivale 800 tem visual agressivo
Apesar de ter como base a naked Brutale 800, a Rivale possui estilo chamado de supermotard, que mistura visual que lembra motos off-road, com alta performance no asfalto.
"O modelo marca a primeira aventura da MV Agusta fora dos segmentos tradicionais", disse Marcus Vinícius Santos, gerente da MV Agusta Brasil.
Como costume nas motos da empresa, a estética prima pelos detalhes, o que levou a Rivale a ser eleita a "moto mais bela" do Salão de Milão 2012. Com 170 kg, peso considerado leve para sua cilindrada, a moto possui chassi do tipo treliça com misto de aço e alumínio.
O acelerador é eletrônico e o painel totalmente digital. Em relação às esportiva e nakeds, a Rivale proporciona uma ergonomia mais confortável, pois não deixa o piloto em posição muito agressiva em cima da moto. Suas suspensões são mais altas do as de outras MV, deixando-a em melhor condição para terrenos mais irregulares.
Mesmo na Itália, onde a moto ainda não é vendida, a ficha completa não foi divulgada. No entanto, a MV Agusta declarou que o modelo contará com controle de tração e freios ABS.
Brutale 800
A Brutale 800 também foi atração em Milão. O modelo inédito completou a família de nakeds esportivas da empresa, que possui versões de 675 a 1090 cilindradas. Utilizando o mesmo motor de três cilindros da Brutale 675, que teve sua cilindrada aumentada para 798 cm³, a nova moto tem 125 cavalos de potência máxima e 8,23 kgfm de torque.
De acordo com a MV, as suspensões da Brutale 800 são novas e possuem múltiplas regulagens. Em seu conjunto eletrônico, além da injeção, possui sistema integrado com acelerador eletrônico e controle de tração - com oito níveis para escolha.
Seu chassi é misto de aço e alumínio, trazendo leveza ao modelo: 167 kg, infoma a montadora italiana. Os freios possuem dois discos (320 mm), na dianteira, e disco simples (220 mm), na traseira; também contam com ABS, de série.
MV Agusta Brutale 800 (Foto: Divulgação)MV Agusta Brutale 800
mv agusta rivale 800cc (Foto: Divulgação)Rivale 800 
MV Agusta Rivale 800 (Foto: Rafael Miotto/G1)
MV Agusta Rivale 800 

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